Pedra da Piedade

Itajubá - MG.

Pedra Aguda

Itajubá - MG.

Pedra do Urubu

Itajubá - MG.

Face Norte

Itajubá - MG.

Falésia do Esquilo

Piranguçu - MG

Pedra dos Moura

Piranguçu - MG

Pedra Vermelha

Itajubá - MG

Pedrão

Pedralva - MG

Pedra do Frade

Maria da Fé - MG

sábado, 21 de julho de 2012

Alexandre Karioca na Via Despenca Aranha 8b

Vídeo realizado em 15/07/2012 com o Escalador Alexandre Karioca na Pedra da Piedade em Itajubá MG. Entre e veja o vídeo.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Extinção do CMI


Boa tarde Cmisenses,

Conforme anunciado por mim no Yahoo Groups em julho de 2011, venceu em agosto o prazo da atual gestão da qual faço parte. Com isso, fiz uma chamada para saber se há algum grupo interessado em assumir a nova gestão, mas ninguém demonstrou interesse.

Assim, estou iniciando o processo de extinção do CMI por meios formais para me desvincular de qualquer responsabilidade vinda da entidade.

Para mim, não interessa mais ser o responsável pela instituição, quero apenas ser mais um igual a vocês e viver o montanhismo mais desapegado das burocracias e aproveitar mais os verdadeiros momentos na montanha.

Acredito que possamos levar o CMI na informalidade mesmo ! fazendo os festivais do mesmo jeito e levando a nossa bandeira ao cume de todas as montanhas.

Para extinguir uma associação é necessário observar o que dispõe o Estatuto acerca dos motivos e condições para a dissolução da entidade.

Uma associação pode ser dissolvida pelo término do prazo de duração, quando seja constituída por prazo determinado; de pleno direito, quando não houver mais interesse dos associados em permanecerem associado, em decisão tomada por assembléia geral; pela existência de apenas um associado, verificado por meio de assembléia geral, se o mínimo de dois não for reconstituído até a assembléia a ser realizada no próximo exercício; por outros motivos que sejam de interesse dos associados, desde que dispostos no estatuto.
Determinada a dissolução da associação, o destino do patrimônio da entidade deve ser verificado. Reza o artigo 61 do Código Civil que o remanescente líquido, depois de deduzida eventual cota patrimonial pertencente aos associados, será destinada a entidade de fins não econômicos designada no estatuto ou, se omisso este, à instituição municipal, estadual ou federal de fins idênticos ou semelhantes, determinada pela Assembléia Geral.
A extinção da associação também deve ser registrada no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, assim como seu cadastro perante o CNPJ e demais órgãos públicos, para que deixe de gerar encargos e obrigações, especialmente de natureza fiscal.
O procedimento para extinção da associação é semelhante ao de instituição: deve-se realizar a assembléia geral que deliberará a dissolução da entidade, na forma estabelecida no estatuto, da qual será lavrada a ata de dissolução. Esta ata, juntamente com o requerimento ao Registro Civil de Pessoa Jurídica, edital de convocação para assembléia, lista de presença e Certidões Negativas de Débitos federais, estaduais e municipais, incluindo Previdência Social, deve ser encaminhada ao Registro.

Com isso, estou providenciando agora a extinção do nosso clube junto a nossa contadora. Conforme o artigo 32 do Capitulo VI do nosso estatuto, para extinguir nossa entidade, é necessário realizarmos 2 assembléias extraordinárias no intervalo de 90 dias com a presença de no mínimo 2/3 dos sócios em dia com as obrigações sociais.

Como não há sócios em dia com nada, já estou providenciando a ata destas 2 assembléias extraordinárias e irei colher a assinatura dos atuais diretores e conselheiros.

Abaixo seguem os nomes dos membros da atual diretoria no qual estarei correndo atrás para pegar assinatura nas duas atas:

Presidente - Orlando Mohallem
Vice-Presidente - Daniel Bruno da Silva
1º Tesoureiro - Rodrigo A. Wasem
2º Tesoureiro - Juliano A. Ribeiro
1º Secretário - João Bosco Vilela
2º Secretário - Tiago Torres Ferrer

Conselho Administrativo

Adriano G. Sallum
Flavio Silva Rodrigues
Reinis Osis
Tadashi Kawai
Marcos Fernandes

Por favor, considerem esta mensagem como o edital de convocação para as 2 assembléias extraordinárias. Estarei divulgando isso também em outros meios de comunicação !

É uma pena isto acontecer, mas infelizmente não posso fazer mais nada, pois este é um sonho que deve ser vivido coletivamente e não apenas por uma só pessoa.

Viva a Montanha !

Orlando Mohallem

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Programação do 9º FMSM



http://www.cmi.org.br/festival9/

Nos dias 19, 20 e 21 de Agosto acontecerá o 9º Festival de Montanha do Sul de Minas na cidade de Itajubá.

Está sendo finalizando um novo setor de escalada na Pedra da Piedade para ser exclusivamente apresentado na data, e isso sem contar com as outras novidades, como a Pedra do Raio, as novas vias do Pedrão de Pedralva e novas esportivas da Pedra do Frade.





Grandes nomes do montanhismo nacional virão palestrar como o Carlos Santalena que foi o brasileiro mais jovem a conquistar o cume do Everest este ano, Edemilson Padilha que conquistou a maior cachoeira do planeta, o Salto Angel e José Luiz Hartmann 'Chiquinho' que nos contará toda história passada em uma das montanhas mais respeitadas do Brasil, o Marumbi.

Programação

• 19/08/2011 – Sexta-Feira

19:00hs
- Palestra: “Acotango 6.077m ” com Carlos Wilmer

20:00hs
- Palestra: “Brasil no Monte Everest 2011” com Carlos Santalena
+ Vídeos e Fotos de Montanhismo, Escalada e Mountain Bike

• 20/08/2011 – Sábado

A partir das 07:00hs

- Escalada em Rocha: Pedra da Piedade, Urubu, Tucano, Paraíso, Frade e Pedrão.
- Montanhismo - Trekking Pedra Aguda
- Circuito Mountain Bike de 40km

20:00hs
- Palestra: “ A conquista da maior cachoeira do mundo, o Salto Angel com 979 metros de parede” com Edemilson Padilha

21:00hs
- Palestra: “ A evolução da escalada no Marumbi “ com José Luiz Hartmann
+ Vídeos e Fotos de Montanhismo, Escalada e Mountain Bike

• 21/08/2011 – Domingo

A partir das 07:00hs
- Escalada em Rocha: Pedra da Piedade, Urubu, Tucano, Paraíso, Frade e Pedrão.
- Montanhismo – Trekking Pedra Aguda

A partir das 10:00hs

- Mesa Aberta FEMEMG
- Assembléia de Posse da Nova Diretoria do CMI

Faça já a sua inscrição e reserve a sua camiseta: Clique aqui !

terça-feira, 2 de agosto de 2011

9° Festival de Montanha do Sul de Minas



Nos dias 19, 20 e 21 de Agosto acontecerá o 9º Festival de Montanha do Sul de Minas na cidade de Itajubá.

Está sendo finalizando um novo setor de escalada na Pedra da Piedade para ser exclusivamente apresentado na data, e isso sem contar com as outras novidades, como a Pedra do Raio, as novas vias do Pedrão de Pedralva e novas esportivas da Pedra do Frade.

Grandes nomes do montanhismo nacional virão palestrar como o Carlos Santalena que foi o brasileiro mais jovem a conquistar o cume do Everest este ano, Edemilson Padilha que conquistou a maior cachoeira do planeta, o Salto Angel e José Luiz Hartmann "Chiquinho" que nos contará toda história passada em uma das montanhas mais respeitadas do Brasil, o Marumbi.

Em breve Informações no site: www.cmi.org.br/festival9

terça-feira, 28 de junho de 2011

Video da Via Piercing 8b Pedra do Moura Piraguçu - MG

A mais ou menos um ano atrás Eu (Daniel), Gustavo e Reinis estávamos indo direto na Pedra do Moura localizada na cidade de Piranguçu - MG, sendo o lugar pouco visitado pelos escaladores. Portanto fiz um vídeo do Gustavo e do Reinis  na via Piercing aberta pelo próprio Reinis a um bom tempo atrás a via começa com 3 chapeletas e em seguida somente com proteções moveis indo ate a base tendo aproximadamente uns 25 metros.

Veja aqui o video da Via Piercing com direito a beta e tudo.




Veja algumas fotos deste lindo pico de escala com seu grande potencial. (OBS: Clique na foto para ampliar)


 Via Piercing (Reinis Osis)
 Via Piercing (Reinis Osis)
  Via Piercing (Reinis Osis)
  Via Piercing (Gustavo Lopes)
 Via Piercing (Gustavo Lopes)
 Via Piercing (Gustavo Lopes)
  Proteção da via Piercing
Pedra do Moura
 
Setor Boca do Palhaço
Possibilidade de novas vias ( Setor Boca do Palhaço)
Mais possibilidade de novas vias

 Muito mais possibilidade de novas vias
 Visual 
Visual

 
Os caras rs.


Daniel Bruno da Silva

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Novo Boulder na Pedra da Piedade - Karica V2

Nesse feriado do dia 23/06/2011 saiu um novo boulder na Perda da Piedade, com nome Karica e graduação de um V2. Veja o video em baixo.






O Boulder foi dominado primeiro pelo Karioca.


Kamom a todos

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Video: Darwin 7b - Pedra da Piedade - Itajubá - MG





                                                      Claudia


Conquistadores: Juliano Ribeiro, Orlando Mohallem e Flávio Rodrigues.
Dica: 9 Costuras e tem 22 metros.

domingo, 29 de maio de 2011

As duas primeiras saídas da agenda do CMI

Pessoal,

Esse ano começamos já de cara impalntando uma agenda anual de atividades do clube CMI. A idéia é que isso permita uma maior integração entre os membros novos e os mais experientes além curtir um dia na montanha, caminhando ou escalando.
As duas primeiras saídas do CMI aconteceram no mes de Abril e Maio, sendo um bate-volta no Pico do Marins e um dia de escaladas na Pedra do Anhumas, respectivamente. Ambas foram bem legais e contaram com presença de membros da velha e nova guarda do clube. Muito bate papo de montanha, histórias, piadas, troca de experiencia e muita caminhada e escalada claro! Confira abaixo algumas fotos dessas saídas!

Saída Para Pico Do Marins

Saída Para Pedra do Anhumas


Na pedra do Anhumas aproveitamos também para substituir as paradas de algumas vias que estavam com cordins originais da conquista. Agora essas vias contam com paradas duplas com correntes, adquiridas pelo CMI, para facilitar para os escaladores. As vias que foram atualizadas foram a De Leve na Neve, No Ekiziste, Creme da Mantiqueira. As outras serão trocadas no futuro próximo.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Entenda o que muda com o novo Código Florestal






Caros, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Relatório Rebelo instituindo um novo Código Florestal brazuca. O texto legaliza o uso de algumas APPs já ocupadas com produção agrícola desde que essa antropização tenha ocorrido antes de 22 de julho de 2008. O texto, que ainda será votado pelo Senado, revoga o código em vigor. O texto-base do relator, deputado Aldo Rebelo, foi aprovado por 410 votos a 63 e 1 abstenção.


Uma emenda ao texto, aprovada por 273 votos a 182, dá aos estados, por meio de um Programa de Regularização Ambiental (PRA), o poder de estabelecer, após avaliação pelo órgão ambiental estadual, outras atividades agrícolas que não precisem ser removidas das APPs. As hipóteses de uso do solo por atividade de utilidade pública, interesse social ou de baixo impacto serão previstas em lei e, em todos os casos, devem ser observados critérios técnicos de conservação do solo e da água.
O dia 22 de julho de 2008 estabelecido como ponto de corte no texto aprovado é a data de publicação do segundo decreto (6.514/08) que regulamentou as infrações contra o meio ambiente com base na Lei 9.605/98.
Proteção nos rios
As faixas de proteção nas margens dos rios continuam exatamente as mesmas da lei vigente hoje (30 a 500 metros dependendo da largura do rio), mas passam a ser medidas a partir do leito regular e não do leito maior nos períodos de cheia. A exceção é para os rios estreitos com até dez metros de largura, para os quais o novo texto permitiu, para aquelas margens de rio totalmente desmatadas, a recomposição de 15 metros. Ou seja, para rios de até 10m de largura onde a APP está preservada continua valendo o limite de 30m; para rios totalmente sem mata ciliar o produtor ainda está obrigado a recompor 15m.
Nas APPs de topo de morros, montes e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação superior a 25°, o novo código permite a manutenção de culturas de espécies lenhosas (uva, maçã, café) ou de atividades silviculturais, assim como a infraestrutura física associada a elas. Isso vale também para os locais com altitude superior a 1,8 mil metros.
Anistia e regularização
A imprensa está divulgando que o projeto “anistia desmatadores”, mas isso é uma inverdade. O que há no projeto é um incentivo à regularização ambiental de imóveis rurais. Aqueles proprietário tiverem multas, mas que decidirem regularizar seu imóvel recuperando as APPs e a Reserva Legal terão a multa suspensa. De acordo com o projeto aprovado, para fazer juz a essa suspensão, o proprietário rural deverá procurar o Órgão Ambiental e aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), a ser instituído pela União e pelos estados. Os interessados terão um ano para aderir, mas esse prazo só começará a contar a partir da criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o que deverá ocorrer em até 90 dias da publicação da futura lei. Todos os imóveis rurais deverão se cadastrar.
Título executivo
Quando aderir ao PRA, o proprietário que produz alimentos em área superior ao permitido terá de assinar um termo de adesão e compromisso, no qual deverão estar especificados os procedimentos de recuperação exigidos pelo novo código. Dentro de um ano a partir da criação do cadastro e enquanto estiver cumprindo o termo de compromisso, o proprietário não poderá ser autuado novamente.
Caso os procedimentos sejam descumpridos, o termo de adesão funcionará como um título executivo extrajudicial para exigir as multas suspensas.
Para os pequenos proprietários e os agricultores familiares, o Poder Público deverá criar um programa de apoio financeiro destinado a promover a manutenção e a recomposição de APP e de reserva legal. O apoio poderá ser, inclusive, por meio de pagamento por serviços ambientais.
Texto mantém índices de reserva legal, mas permite usar APPs no cálculo
De acordo com o texto aprovado, os proprietários que explorem em regime familiar terras de até quatro módulos fiscais poderão manter, para efeito da reserva legal, a área de vegetação nativa existente em 22 de julho de 2008.
Na regra geral, o tamanho das Reservas Legais continua exatamente os mesmos exigidos no código em vigor: 80% nas áreas de floresta da Amazônia; 35% nas áreas de Cerrado; 20% em campos gerais e demais regiões do País. Quando indicado pelo Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do estado, o Executivo federal poderá reduzir, para fins de regularização da áreas agrícolas consolidadas, a reserva exigida na Amazônia. O Ministério do ½ Ambiente e o Conselho Nacional do ½ Ambiente (Conama) não precisam mais ser ouvidos, como prevê a lei em vigor.
APP conta como Reserva Legal
Para definir a área destinada à reserva legal, o proprietário poderá considerar integralmente a área de preservação permanente (APP) no cálculo se isso não provocar novo desmatamento, se a APP estiver conservada ou em recuperação e se o imóvel estiver registrado no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Formas de regularização das RLs
O texto aprovado permite a regularização da reserva legal de várias formas, mesmo sem adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA).
Se o proprietário do imóvel optar por recompor a vegetação no próprio imóvel, isso poderá ocorrer em até 20 anos segundo critérios do órgão ambiental. O replantio poderá ser feito com espécies nativas e exóticas, em sistema agroflorestal. As exóticas não poderão ocupar mais de 50% do total da área a recuperar e a reserva poderá ser explorada economicamente por meio de plano de manejo.
O proprietário poderá também permitir a regeneração natural da vegetação dentro do imóvel ou compensar a área a recompor doando outra área ao Poder Público que esteja localizada em unidade de conservação de domínio público pendente de regularização fundiária. Admite-se ainda contribuição para fundo público, respeitados os critérios do regulamento, e a compra de Cota de Reserva Ambiental (CRA). As áreas que forem usadas para compensar a reserva devem ter extensão igual ao trecho compensado e estarem localizadas no mesmo bioma da reserva, ainda que em outro estado.
Retroatividade
O texto aprovado garante a irretroatividade da lei. Aqueles que mantinham reserva legal em percentuais menores, exigidos pela lei em vigor à época, ficarão isentos de recompor a área segundo os índices exigidos atualmente. Quem abriu 50% do seu imóvel na Amazônia quando a lei permitia não estará mais obrigado a atender a exigência de 80%.
Cota de reserva
Quem tiver Reserva Legal em excesso poderá emitir a Cota de Reserva Ambiental (CRA). Essa Cota será um título que representará o mesmo tamanho da área que deveria ser recomposta. A emissão da cota será feita pelo órgão ambiental a pedido do dono da terra preservada com vegetação nativa ou recomposta em área excedente à reserva legal devida em sua propriedade.
Esse título poderá ser cedido ou vendido a outro proprietário que tenha déficit de reserva legal. O proprietário da terra que pedir a emissão do CRA será responsável pela preservação, podendo fazer um plano de manejo florestal sustentável para explorar a área.
A CRA somente poderá ser cancelada a pedido do proprietário que pediu sua emissão ou por decisão do órgão ambiental no caso de degradação da vegetação nativa vinculada ao título. O texto prevê também que a cota usada para compensar reserva legal só poderá ser cancelada se for assegurada outra reserva para o imóvel.
Plano de manejo será exigido para exploração de florestas nativas
O texto aprovado exige licenciamento ambiental para exploração de florestas nativas com base em um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) do qual devem constar mecanismos de controle dos cortes, da regeneração e do estoque existente. Estão isentos do PMFS o corte autorizado para uso do solo pela agropecuária, o manejo de florestas plantadas fora da reserva legal e a exploração não comercial realizada pelas pequenas propriedades e agricultores familiares.
Empresas industriais
As indústrias que utilizem grande quantidade de matéria-prima florestal deverão elaborar um Plano de Suprimento Sustentável (PSS) com indicação das áreas de origem da matéria-prima e cópia do contrato de fornecimento. O PSS de empresas siderúrgicas, metalúrgicas e outras que consumam grande quantidade de carvão vegetal ou lenha deverá prever o uso exclusivo de florestas plantadas.
O texto determina que a sociedade terá acesso público, pela internet, a um sistema que integre dados estaduais sobre o controle da origem da madeira, do carvão e de outros subprodutos florestais.
Áreas urbanas
Os assentamentos em área urbana consolidada que ocupem área de preservação permanente (APP), como o Palácio do Planalto, o Estádio do Beira Rio e Cristo Redentor, por exemplo, serão regularizados com a aprovação de um projeto de regularização fundiária, contanto que não estejam em áreas de risco.
Além de um diagnóstico da região, o processo para legalizar a ocupação perante o órgão ambiental deverá identificar as unidades de conservação, as áreas de proteção de mananciais e as faixas de APP que devem ser recuperadas.
Reservatórios de água
Para APPs em reservatórios de água, o projeto estipula tratamento diferenciado conforme o tamanho ou o tipo (natural ou artificial). No caso de lagoas naturais ou artificiais com menos de um hectare, será dispensada a área de proteção permanente. A medida tenta dar solução para os pequenos açudes construídos em imóveis rurais com objetivo de dessedentação de animais.
Os reservatórios artificiais formados por represamento em zona rural deverão manter APP de 15 metros, no mínimo, caso não sejam usados para abastecimento público ou geração de energia elétrica e tenham até 20 hectares de superfície. Naqueles usados para abastecimento ou geração de energia, a APP deverá ser de 30 a 100 metros em área rural e de 15 a 50 metros em área urbana.
Em tempo, continuo com problema de acesso a internet por inoperância da rede da Claro na minha cidade. O post acima foi composto a partir de um excelente resumo feito pelo site da Câmara dos Deputados.

Fontes:

Site do CMI

Veja aqui.